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O Meu Clube

O Meu Clube

28
Set25

Sporting Claramente Favorecido com penálti por assinalar!

Parece-me que ficou por assinalar um penálti contra o Sporting, nesta falta grosseira ao minuto 45+2.

O jogador do Sporting dá uma cotovelada na cara do jogador do Estoril — penálti nítido. O árbitro Luís Godinho estava bem posicionado para ver o lance, que não assinalou, mas percebeu que existiu carga/falta, pois interrompeu prontamente o jogo para que os jogadores do Sporting e do Estoril fossem assistidos.

Na minha opinião, é lamentável o VAR (Rui Silva) não ter intervindo neste lance, onde existe uma clara agressão.

Jornada 7 - Estoril X Sporting.

 

 

27
Set25

7 - Sobre o Gil Vicente (c)

O Benfica recebeu o Gil Vicente e venceu por 2-1. No entanto, apesar da vitória, levou um autêntico banho de bola.

O Gil Vicente entrou muito bem e, logo no primeiro minuto, dispôs de uma flagrante oportunidade à qual Trubin se opôs de forma monumental. Contudo, ao minuto 11, na sequência de um livre, o Gil Vicente colocou-se em vantagem, sem que Trubin tivesse hipótese.

O Gil Vicente praticava uma pressão alta em todo o campo, que encostava o Benfica à defesa, e foi num contra-ataque que, ao minuto 18, o Benfica, no seu primeiro remate, conseguiu o golo por Pavlidis. Depois, ao minuto 26 e novamente em contra-ataque, o Benfica chegou ao segundo golo, mais uma vez por Pavlidis, na sequência de um penálti assinalado por carga sobre Lukebakio, que foi ensanduichado por dois jogadores adversários.

Foi com este resultado de 2-1 que chegámos ao intervalo, não sem antes referir que o Gil Vicente conseguiu uns impressionantes 52% de posse de bola, contra 48% do Benfica. Nesse período, o Gil Vicente rematou 4 vezes, duas das quais deram origem a grandes oportunidades, enquanto o Benfica rematou apenas 3 vezes, sendo duas delas igualmente perigosas. Assistimos, assim, a uma bela primeira parte.

Na segunda parte, a toada manteve-se. O Gil Vicente entrou novamente muito bem, a pressionar o Benfica, e quase marcou no primeiro minuto. Pouco depois, ao minuto 48, chegou mesmo ao golo da igualdade, mas este foi invalidado pelo VAR por um fora de jogo de apenas seis centímetros. A pressão do Gil Vicente manteve-se constante e a equipa ainda atirou duas bolas aos ferros. O Benfica limitava-se a defender e acabou por adormecer o Gil Vicente até ao apito final. A segunda parte não foi tão bonita como a primeira, mas foi bastante emocionante.

Mais uma vez, o Gil Vicente conseguiu mais posse de bola: 55% contra 45% do Benfica. Rematou 9 vezes, sendo 4 delas ocasiões de perigo, enquanto o Benfica rematou apenas 3 vezes, das quais apenas uma constituiu verdadeiro perigo.

Para mim, o melhor elemento do Benfica foi Trubin, que conseguiu segurar a vitória.

Em suma, o Benfica alcançou uma vitória importante e sofrida contra um adversário que foi superior e não merecia ter perdido o jogo. Mas o futebol é assim mesmo: nem sempre vence a melhor equipa. Foi um belo espetáculo de futebol.

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24
Set25

1 - Sobre o Rio Ave (c)

O Benfica recebeu o Rio Ave e empatou a uma bola, neste jogo em atraso referente à primeira jornada.

Na primeira parte, assistimos a um Benfica lento a decidir, um pouco idêntico ao Benfica de Lage, ou seja, a cometer os mesmos erros de passar a bola da direita para a esquerda e da esquerda para a direita, característica do jogo de Lage, sem causar perigo. De notar que, na primeira parte, remataram à baliza apenas duas vezes, sem criar qualquer perigo, embora tivessem muita posse de bola (70%).

Com toda a razão, a equipa levou uma assobiadela do público no intervalo, na Luz, insatisfeito com o que via.

Na segunda parte, a equipa entrou mais afoita, mais rápida, disposta a resolver o jogo, mas mesmo assim rematou pouco, apenas cinco vezes, sendo que quatro foram grandes oportunidades. O Benfica viu um golo anulado aos 60 minutos por pisão de Otamendi, depois de o árbitro visualizar as imagens; na minha opinião, foi bem anulado.

O Benfica marcou aos 86 minutos e parecia que o jogo estava decidido, mas, nos descontos, no minuto 90+1, um jogador do Rio Ave, numa jogada individual, rematou de fora da área para a esquerda, deixando Trubin pregado ao chão e marcando um golaço sem hipóteses para o guarda-redes encarnado. Na segunda parte, o Benfica teve 68% de posse de bola.

O Rio Ave foi durante todo o encontro, uma equipa inexistente que se limitou a defender e que conseguiu o seu objetivo, pontuar.

Empate. Péssimo resultado para um Benfica que teve vontade de ganhar, principalmente na segunda parte, mas que fez muito pouco, embora tenha dominado totalmente o jogo, como se vê pela posse de bola, mas sem criar grandes oportunidades de golo.

Um Benfica Fraco.

 

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20
Set25

6 - Sobre o Aves (f)

Esta foi uma jornada especial, não fosse ela a jornada em que o Special One, Mourinho, regressava a Portugal para treinar o Benfica após o despedimento relâmpago de Bruno Lage.

O Benfica jogou fora com o Aves e venceu por 3-0.

O Aves também estreava um novo treinador e ocupava os últimos lugares da tabela classificativa, apenas com 1 ponto em 5 jogos, por isso podia-se dizer que era uma presa fácil, mesmo para um Benfica que estava a estrear um novo treinador e não praticava bom futebol.

O Benfica entrou no jogo de forma diferente — aliás, foi assim durante todo o encontro. Estava com mais garra e procurava jogar depressa. Uma coisa que reparei é que o jogo de embalar que o Benfica praticava com Lage não aconteceu. Não ocorreram aqueles longos momentos de circulação de bola da esquerda para a direita e da direita para a esquerda, que caracterizavam o anterior Benfica. O jogo chato de Lage.

Com Mourinho, o Benfica apareceu a meter bolas em profundidade, a pressionar mais, a jogar com mais velocidade. Enfim, um jogo mais prático que, embora não fosse brilhante, deixava notar maior entrega dos jogadores, mais raça.

Na primeira parte pareceu-me que existiu algum nervosismo, porque os jogadores encarnados queriam mostrar serviço, e foi preciso esperar até aos descontos para ver a bola chegar ao fundo da baliza do Aves — num momento ideal, porque os encarnados iam para o intervalo em vantagem.

Na segunda parte pareceu-me que o Benfica entrou melhor do que na primeira, já por estar em vantagem e por ter sacudido a pressão inicial. Por isso, foi sem grande surpresa que chegou ao golo ao minuto 59, de penálti, após Otamendi levar um murro na face numa bola disputada no ar com um jogador do Aves. Confesso que não sei se marcava penálti naquele lance, porque ambos estavam no ar e o jogador do Aves abriu os braços e tocou na cara de Otamendi. Parece-me um pouco casual, mas o penálti entende-se.

Aos 64 minutos, o Benfica chegou ao 3-0 e o jogo ficou totalmente fechado no resultado. O vencedor estava encontrado.

Em suma: um Aves fraco, que foi presa fácil para um Benfica revigorado. Gostei da atitude e da raça dos jogadores do Benfica: mais velocidade, mais pressão, mais bolas colocadas em profundidade… No entanto, também acho que algumas peças do onze deste Benfica são um pouco fracas e não vão conseguir render muito mais, mesmo com Mourinho.

 

 

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15
Set25

O Problema do Benfica!

É o sistema de jogo e os jogadores. O Benfica está a jogar em 4x4x2, onde os dois médios-centro são trincos — refiro-me ao Ríos e ao Enzo. Ambos são jogadores extremamente defensivos e não conseguem criar jogo.

Eles são trincos, jogadores defensivos que deviam jogar atrás dos médios mais ofensivos. Estão a obrigá-los a desempenhar um papel que não é o deles, que é sair em ataque e criar jogo. Além disso, o Benfica não devia jogar com dois trincos contra o Santa Clara. Com todo o respeito pelo Santa Clara ou equipas de identico valor porque são equipas muito inferior ao Benfica.

Não entendo esta fixação de Bruno Lage em jogar com dois trincos defensivos!

Quando o Benfica muda para um 4x5x1, tirando o Ivanović e colocando o Leandro Barreiro, que é mais ofensivo, a equipa joga um pouco melhor. Para mim, a solução era esta: ou jogava como no ano passado, com apenas um avançado em 4X5X1, ou jogava em 4x4x2, tirando um médio-centro (Ríos ou Enzo) e colocando outro jogador.

Em ambos os casos, ou sistemas de jogo, o jogador a entrar seria o Leandro Barreiro ou a nova aquisição, Sudakov (que penso ter sido contratado com esta ideia). Aliás, eu pensava que ia ser titular neste jogo contra o Santa Clara e não percebi porque não foi.

 

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